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BiciBiblioteca promove democratização do acesso à leitura nas ruas de São Paulo

Iniciada há um mês, a temporada da BiciBiblioteca em São Paulo está repleta de histórias de frequentadores assíduos da biblioteca itinerante que circula por ruas e organizações sociais democratizando o acesso à leitura. O projeto também está sendo realizado em Salvador, Recife e Rio de Janeiro, e em seu primeiro mês entregou 2.300 exemplares a crianças, jovens e adultos das cidades. Até fevereiro de 2024, a expectativa é de que 15 mil livros conquistem novos donos.

Neste final de semana, a BiciBiblioteca estará na Vila Itororó, no sábado (28), das 11h às 16h, e na Avenida Paulista, em frente ao Itaú Cultural, no domingo (29), das 11h às 16h. Em ambas as ocasiões, qualquer pessoa pode levar um livro que já leu e trocar por outro.

Idealizada pela FGM Produções Culturais, a Bici busca incentivar a leitura de uma maneira divertida, diferente e totalmente gratuita, contando também com o estímulo que a presença de uma biblioteca em forma de bicicleta é capaz de mobilizar. Criado em 2017, antes de chegar às quatro cidades da atual edição, já passou por Canoinhas (SC), Três Barras (SC), Pacajus (CE), Cambé (PR) e Araçatuba (SP).

Com acervo inicial de 6.500 livros disponibilizados para troca e distribuídos pelos polos de cada capital contemplada, o projeto prevê dois eixos para alcançar o público. Durante a semana, a biblioteca itinerante visita escolas públicas, instituições e locais públicos que possuem algum tipo de atendimento ou serviço à população. Em São Paulo, as instituições parceiras são a SP Escola de Teatro, Arena Bela Vista e Centro Educacional Dom Orione.

Todo o acervo da BiciBiblioteca converge para uma gama diversificada de autores brasileiros e estrangeiros de todos os tempos, de todos os gêneros. A começar por “Era uma vez”, de Hans Christian Andersen e Irmãos Grimm, “Narizinho e o príncipe Escamado”, de Monteiro Lobato, “O menino azul”, de Cecília Meireles, “O menino maluquinho”, de Ziraldo, “A luz como água”, de Gabriel García Márquez, a coleção completa de “Harry Potter”, de J. K. Rowling, “Meu crespo é de rainha”, de Bell Books, e “Caderno de rimas do João” e “Caderno sem rimas da Maria”, ambos de Lázaro Ramos. Em braile, o acervo conta com “O menino que via com as mãos”, de Alexandre Azevedo, “O que será que a bruxa está lavando”, de Elizete Lisboa.

Já para os jovens, o acervo traz títulos como “É Assim que Acaba: 1” e “É assim que começa”, de Colleen Hoover, que estão na lista dos mais vendidos em 2023, e “Heartstopper: Dois Garotos, um encontro”, de Alice Oseman, que virou série de sucesso na Netflix. Para os adultos, o acervo traz os bestsellers “Coração de Tinta”, de Cornelis Funke, “Hibisco Roxo”, de Chimamanda Ngozi Adichie, “Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro, e diversas biografias de personagens importantes do Brasil e do mundo como Rita Lee, Nelson Mandela e Ingrid Silva.

A grande quantidade e qualidade dos livros disponibilizados pela BiciBiblioteca tem a capacidade de torná-la uma grande aliada de professores da rede pública, pois os livros são instrumentos para se trabalhar em sala de aula e alavancam ideias para ampliar o horizonte dos conteúdos formativos.

A BiciBiblioteca é realizada com recursos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), via Lei Rouanet, tem patrocínio do Itaú Unibanco, apoio da Vila Itororó, Secretaria Municipal de Cultura e Prefeitura de São Paulo, a realização da FGM Produções, Girassol Incentiva, Ministério da Cultura e Governo Federal.

Para saber mais sobre o projeto, acesse @bicibiblioteca no Instagram e Facebook.

 

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