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São Paulo tem três universidades estaduais entre as melhores instituições do mundo em empregabilidade

Universidades paulistas aparecem em ranking internacional que avalia a percepção de empregadores sobre a preparação de estudantes para o mercado de trabalho

Alunos no campus da USP Butanta. Data: 02.12.2024 - Foto: Cecilia Bastos/USP Imagens

Três universidades estaduais de São Paulo estão entre as 300 melhores instituições de ensino superior do mundo em empregabilidade, segundo o Global Employability University Ranking and Survey (GEURS) 2027. A Universidade de São Paulo (USP) é a primeira a aparecer na lista (em 89º), logo após estão a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) (239º) e a Universidade Estadual Paulista (Unesp) (245º).

O levantamento internacional é produzido pela consultoria francesa Emerging e avalia a percepção de empregadores sobre a capacidade das instituições de ensino superior de preparar seus estudantes para o mercado de trabalho. A edição de 2027 ampliou a lista de 250 para 300 instituições, distribuídas em 46 países e territórios.

USP lidera entre as universidades brasileiras

A USP é a instituição brasileira mais bem colocada no ranking, na 89ª posição mundial. A Unicamp aparece na 239ª colocação, enquanto a Unesp ocupa o 245º lugar.

A presença das três universidades estaduais paulistas no levantamento destaca a avaliação de seus cursos e da formação oferecida aos estudantes por profissionais responsáveis por processos de contratação em diferentes países.

Como funciona o ranking 

O GEURS é produzido pela consultoria francesa Emerging e publicado com a Times Higher Education. A edição de 2027 avaliou 300 instituições de ensino superior, distribuídas por 46 países e territórios. O levantamento foi elaborado com base em 170.457 votos de 15.665 empregadores de 40 países.

A classificação reflete a percepção de profissionais envolvidos em processos de contratação sobre a preparação dos graduados para o mercado de trabalho. Entre os motivos mais citados estão o desempenho acadêmico (19,3%), as competências dos graduados (18,6%), a ênfase na experiência profissional (17,2%), o impacto e a liderança (13,4%), a especialização (12,6%), a internacionalidade (10%) e a reputação (8,9%).  O ranking não mede diretamente taxas de contratação ou salários.

A pesquisa também destaca que as expectativas e demandas em relação aos recém-formados variam conforme a região de origem dos recrutadores.

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