quinta-feira, fevereiro 19, 2026
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Exército prende 19 militares por falha na fiscalização de armas e pede prisão preventiva de 6 suspeitos por furto de metralhadoras em quartel

Cerca de 480 militares foram 'aquartelados' depois que 21 metralhadoras foram furtadas do Exército em Barueri, Grande São Paulo — Foto: Reprodução/TV Globo e Exército brasileiro

Exército prendeu disciplinarmente 19 militares acusados de falharem na fiscalização e controle das armas do Arsenal de Guerra, em Barueri, Grande São Paulo. E também pediu à Justiça Militar a prisão preventiva de outros seis que são investigados como suspeitos de participarem diretamente do furto das 21 metralhadoras do quartel.

  • 23 militares são investigados por terem falhado administrativamente – desses, 19 foram punidos com prisões disciplinares. Eles estão presos no Arsenal de Guerra, não necessariamente dentro de celas.
  • outros 7 são investigados criminalmente por suspeita de participarem diretamente do furto das armas – desses, o Exército pediu à Justiça Militar a prisão preventiva de 6. ainda não há decisão judicial.
  • Dezenove militares foram presos administrativamente por terem deixado de fiscalizar e conferir o armamento durante o período em que ele desapareceu. Eles não têm participação direta no crime, mas ficarão detidos de um a 20 dias de cadeia.

    As prisões começaram a ser cumpridas a partir de quarta-feira (25) no próprio Arsenal de Guerra. Mas caberá ao comandante do local decidir se os militares ficarão em celas ou se estarão proibidos de sair do quartel. Os presos ainda poderão trabalhar nesse período. A reportagem apurou que eles permanecerão na base como no esquema de “aquartelamento”, sem poderem ir para suas casas.

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